66 Filmes dirigidos por mulheres para ficar de olho em 2017

O Film School Rejects fez uma lista de 66 filmes dirigidos por mulheres para ficarmos de olho em 2017. Vale mencionar que alguns destes tinham previsão de estreia em 2016 e foram adiados para o corrente ano, o que é desanimador, visto que é um reflexo de o quão pouco as distribuidoras, principalmente os grandes estúdios de Hollywood, se interessam em comprar filmes dirigidos por mulheres. Observem que as datas aqui assinaladas se referem à distribuição fora do Brasil. Ressalte-se que no fechamento do texto original desta matéria ainda não haviam sido confirmados alguns títulos de diretoras premiadas como Zama, de Lucrecia Martel, que é um épico baseado em livro homônimo do escritor argentino Antonio Di Benedetto e o novo filme da diretora francesa Claire Denis, Des Lunettes Noires, que começará a ser filmado ainda esse mês sob o título Fragmentos de um Discurso Amoroso, adaptação de um texto de Roland Barthes, com Juliette Binoche, Gérard Depardieu e Xavier Beauvois nos papéis principais. Some-se a este time às cineastas selecionadas para a Mostra Competitiva do Urso de Ouro no 67º Festival de Berlim (que ocorre em fevereiro deste ano): a polonesa Agnieszka Holland com Pokot (Spoor, no original), a inglesa Sally Potter com The Party e  a portuguesa Teresa Villaverde com Colo. Alguns dos principais nomes da lista a seguir são Patty Jenkings, Sofia Coppola, Kathryn Bigelow, Angelina Jolie, Brie Larson, Greta Gerwig, Lone Scherfig, Niki Caro, Lisa Langseth, Amma Asante e Dee Rees. 

JANEIRO

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Coin Heist – dirigido por Emily Hagins (My Sucky Teen Romance). Hagins filma desde os 12 anos de idade. Seu último, a estrear no Netflix, pode ser sua maior produção até agora. Previsão: 06 de Janeiro.

Underworld: Blood Lines — dirigido por Anna Foerster (diretora de fotografia de “O Ataque). Depois de trabalhar como assistente de direção para grandes blockbusters, principalmente os dirigidos por Roland Emmerich, Foerster está assumindo a franquia Underworld para sua estreia na direção de longas. É o 5º filme da franquia e estrela novamente Kate Beckinsale. Previsão: 06 de Janeiro.

The Bye Bye Man — dirigido por Stacy Title (The Last Supper). Faz 23 anos desde que recebeu a indicação ao Oscar por seu curta-metragem de estreia, Down on the Waterfront, coescrito e coproduzido com seu marido Jonathan Penner. Em seu novo longa de horror, retoma a parceria no roteiro com Penner. Previsão: 13 de Janeiro.

FEVEREIRO

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Kedi — dirigido por Ceyda Torun. Assista Istambul em épocas mais seguras através dos olhos de um bando de gatos que perambulam pela cidade neste documentário premiado. Previsão: 10 de Fevereiro.

A United Kingdom — dirigido por Amma Asante (Belle). Em seu terceiro longa, Asante descreve a história real de um controverso casal interracial Seretse Khama (David Oyelowo), o primeiro presidente de Botswana, e Ruth Williams (Rosamund Pike), uma britânica. Previsão: 10 de Fevereiro.

Lovesong — dirigido por So Young Kim (For Ellen). Neste filme, o quarto longa de Kim, que estreou ano passado em Sundance e é um ‘road movie’ sobre duas mulheres amigas (Riley Keough and Jenna Malone) que se apaixonam. Previsão: 17 de Fevereiro.

XX — dirigido por Annie Clark (aka St. Vincent), Karyn Kusama (The Invitation), Roxanne Benjamin (Southbound), Jovanka Vukovik, and Sofia Carrillo. Uma Antologia de horror dirigido só por mulheres. Previsão: 17 de Fevereiro (logo após sua estreia no Festival de Sundance este ano em janeiro).

MARÇO

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Before I Fall — dirigido por Ry Russo-Young (Nobody Walks). O quarto longa de Russo-Young é roteirizado pela cineasta Maria Maggenti (The Incredible True Adventure of Two Girls in Love) baseado no romance ‘young adult’ de Lauren Oliver. Zoey Deutch estrela como uma adolescente revivendo o momento de sua morte de novo e de novo. Previsão: 03 de Março (logo após sua estreia no Festival de Sundance este ano em janeiro).

Raw — dirigido por Julia Ducournau. Este filme de horror sobre uma vegetariana que adquire um novo estranho apetite por carne após um ritual na faculdade é o longa de estreia de Ducournau. Também foi exibido em inúmeros Festivais após estrear em 2016 no Festival de Cannes, onde ganhou o prêmio de melhor filme pela FIPRESCI na Semana da Crítica, inclusive com uma passagem de muito sucesso pelo Festival Internacional de Cinema do Rio. Previsão: 10 de Março (logo após uma exibição prevista em Sundance deste ano).

Their Finest — dirigido por Lone Scherfig (do premiado “Educação”). Scherfig vai estrear antes de Christopher Nolan um longa envolvendo o mesmo tema sobre a evacuação de Dunkirk na 2ª Guerra Mundial, realizado antes da super produção do diretor. Previsão: 24 de Março (logo após sua estreia no Festival de Sundance este ano em janeiro).

The Zookeeper’s Wife — dirigido por Niki Caro (do premiado “A Encantadora de Baleias”). Outra história sobre a 2ª Guerra Mundial. Jessica Chastain é a protagonista do título, uma versão ficcional da história real de Antonina Zabinski, que com seu marido ajudou a esconder muitos judeus durante o Holocausto. Previsão: 31 de Março.

Cezanne and I — dirigido por Daniele Thompson (Jet Lag). Thompson, indicada ao Oscar de roteiro em 1975 por seu “Cousin, Cousine”, continua sua carreira de diretora com esta história biográfica sobre a amizade entre o pintor Paul Cezanne e o autor Emile Zola. Previsão: 31 de Março.

ABRIL

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Jeremiah Tower: The Last Magnificent — dirigido por Lydia Tenaglia. A estreia na direção de longas de Tenaglia, que era produtora de programas de culinária como Anthony Bourdain: No Reservations, Anthony Bourdain: Parts Unknown, and The Mind of a Chef, será com um documentário sobre o Chef celebridade do título. Previsão: 14 de Abril.

Unforgettable — dirigido por Denise Di Novi (produtora de “Edward Mãos de Tesoura”, “Atração Mortal”, e “Amor à Toda Prova”). Depois de décadas produzindo muitos sucessos, incluindo alguns filmes de Tim Burton e um punhado de adaptações de Nicholas Sparks, Di Novi finalmente vai fazer sua estreia em longas (substituindo Amma Asante). Katherine Heigl estrela no thriller como uma mulher que ameaça a nova esposa de seu ex-marido. Previsão: 21 de Abril.

MAIO

Everything, Everything — dirigido por Stella Meghie (Jean of the Joneses). Meghie está rapidamente dando seguimento à sua estreia em longas no último outono americano com este drama romântico baseado no livro do gênero ‘young adult’ de Nicola Yoon. É sobre uma garota com severo caso de deficiência de imunidade (SCID), o que era conhecido como a doença do ‘Garoto da Bolha’. Previsão: 19 de Maio.

JUNHO

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Wonder Woman — dirigido por Patty Jenkins (do premiado “Monster: Desejo Assassino”). Espere, tem filme com uma mulher na direção bem no meio da temporada de blockbusters? E é um filme de super-herói? Estamos falando sobre “Mulher-Maravilha”. É apenas o primeiro longa para os cinemas da diretora Patty Jenkins desde seu premiadíssimo “Monster: Desejo Assassino” em 2003. [Filme que já nasce como provável recordista de maior bilheteria nos cinemas dirigido por uma mulher]. Previsão: 02 de Junho.

Rock That Body — dirigido por Lucia Aniello (TV’s Broad City). Opa, eis mais um filme dirigido por uma mulher a ser lançado na alta temporada de junho, o segundo em duas semanas. E é um longa de estreia (Aniello tem experiência na direção de episódios de séries de TV e curtas de comédias). Este é um comédia de humor negro estrelando Scarlett Johansson, Kate McKinnon, Zoe Kravitz, and Jillian Bell sobre a morte acidental de um stripper masculino durante a festa de despedida de solteira. Previsão: 16 de Junho.

The Beguiled — dirigido por Sofia Coppola (dos premiados “Virgens Suicidas”, “Encontros e Desencontros”, “Maria Antonieta” e “Um Lugar Qualquer). E cá temos 3 filmes quotados e dirigidos por mulheres e estrear na alta temporada do cinema americano, todos em junho, mas isto é raro no mercado americano e estes são apenas os já lançados até o fim de 2016 oficialmente no calendário para 2017. O mais recente filme de Sofia Coppola, seu sexto longa, é um remake de um filme de 1971 ambientado na Guerra Civil Americana de Don Siegel com Clint Eastwood (“O Estranho que Nós Amamos”, adaptação da novela de 1966 de autoria de Thomas Cullinan chamada “A Painted Devil”, exemplar do gênero literário americano chamado de ‘Southern Gothic’). Previsão: 23 de Junho.

DEZEMBRO

Pitch Perfect 3 — dirigido por Trish Sie (Step Up: All In). Para seu segundo longa, Sie pega a franquia “A Escolha Perfeita”, o que é uma raridade dentre franquias de sucesso que começam dirigidas por homens e são entregues para cineastas mulheres darem continuidade e ganhando liberdade de criação. Previsão: 22 de Dezembro.

SEM PREVISÃO DE ESTREIA

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Beaches — dirigido por Allison Anders (Gas Food Lodging). Ícone indie, Allison Anders começou a dirigir por volta da época que o filme “Beaches – Amigas Para Sempre” original foi lançado. Agora ela está fazendo o remake para a televisão.

Black Dog, Red Dog — co-dirigido por Adriana Cepeda Espinosa, Anastasia Frank, Leonora Lonsdale, and Isabella Wing-Davey. Este é um projeto de várias cineastas sobre a vida de um poeta.

Callas — dirigido por Niki Caro (“A Encantadora de Baleias”). Caro já possui o filme “The Zookeeper’s Wife” a ser lançado nos cinemas este ano, mas teremos uma dose dupla se este filme biográfico sobre a famosa cantora de ópera Maria Callas (Noomi Rapace) ficar pronto a tempo de ser lançado ainda em 2017.

Euphoria — dirigido por Lisa Langseth (Pure). Por falar em Noomi Rapace, ela e Langseth já trabalharam juntas muito tempo na época das duas no teatro sueco. Agora Langseth regularmente trabalha com a atriz Alicia Vikander, que estrela neste filme ao lado da atriz Eva Green. Elas interpretam “irmãs em conflito”.

Fear of Flying — dirigido por Tanya Wexler (Hysteria). Wexler estava na lista de previsões do ano passado como diretora do filme “Replicas”, que aparentemente acabou sendo dirigido por um homem no lugar dela. Agora talvez tenhamos o primeiro filme dirigido por Wexler desde 2011 com “Histeria”, a adaptação do clássico feminista de 1973 de Erica Jong, “Fear of Flying”.

First They Killed My Father: A Daughter of Cambodia Remembers — dirigido por Angelina Jolie (À Beira-Mar). Outro lançamento adiado da lista do ano passado é esta história baseada em fatos reais do Genocídio Cambojano.

Home Again — dirigido por Hallie Meyers-Shyer. A filha de Nancy Meyers faz sua estreia na direção de longas com Reese Witherspoon como protagonista no papel de uma mãe solteira.

I’m Not Here — dirigido por Michelle Schumacher (3 Geezers!). Schumacher de novo dirige seu marido oscarizado J.K. Simmons. Agora ele encarna a versão mais velha de Sebastian Stan.

Lady Bird — dirigido por Greta Gerwig (Nights and Weekends). Quase uma década depois de codirigir o filme “Nights and Weekends” com Joe Swanberg, Gerwig está fazendo sua estreia solo na direção em longas metragens com este novo filme.

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Loving Vincent — codirigido por Dorota Kobiela. Mais um adiamento do ano passado, este longa de animação sobre Vincent Van Gogh foi pintado no estilo do pintor, quadro a quadro, e conta com a codireção de Hugh Welchman, ganhador do Oscar pelo curta de animação “Peter & the Wolf” de 2006.

Megan Leavey — dirigido por Gabriela Cowperthwaite (Blackfish). Quando este filme estava na lista de previsões do ano passado, tinha apenas o título de “Leavey”. O nome completo Megan Leavey pertence à história real de uma fuzileira que lutou no Iraque ao lado de um cão treinado para o combate.

The Party — dirigido por Sally Potter (Orlando). O novo filme de Potter é descrito como uma comédia em torno de uma tragédia, e terá sua Première em fevereiro no Festival de Berlim.

Unicorn Store — dirigido por Brie Larson. Trabalhando com o roteiro de Samantha McIntyre, que trabalhou na subestimada série de TV “Married”, Larson faz sua estreia na direção de longas, também estrelando como protagonista no papel de uma mulher que deseja realizar seus sonhos de infância.

Untitled Detroit Project — dirigido por Kathryn Bigelow (dos premiados “Guerra ao Terror” e “A Hora Mais Escura). Bigelow finalmente retoma a direção após sua indicação ao Oscar de melhor filme com o filme sobre o assassinato de Osama Bin Laden, “A Hora Mais Escura” (este mesmo um seguimento a seu ganhador do Oscar de melhor filme e melhor direção por “Guerra ao Terror”), desta vez com um filme sobre as manifestações populares de Detroit em 1967.

We Have Always Lived in the Castle — dirigido por Stacie Passon (da série da Amazon “Transparent”). Tudo o que precisa ser revelado é que Crispin Glover (“De Volta Para o Futuro”) interpreta um suposto tio estranho de uma família ainda mais estranha.

Woman Walks Ahead — dirigido por Susanna White (Nanny McPhee Returns). Jessica Chastain estrela nesta história biográfica sobre a artista Catherine Weldon e seu envolvimento com os indígenas da tribo Lakota após fazer um retrato de Touro Sentado.

PREMIÈRE SUNDANCE 2017 – FICÇÃO

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Axolotl Overkill — dirigido por Helene Hegemann, em seu longa de estreia. Uma história de rito de passagem situada em Berlim.

Band Aid — dirigido por Zoe Lister-Jones (escritora de “Lola Versus”), em seu longa de estreia. Uma comédia sobre um casal que monta uma banda ao invés de se divorciar.

Beach Rats — dirigido por Eliza Hittman (It Felt Like Love). Uma história de rito de passagem situada no Brooklyn.

Berlin Syndrome — dirigido por Cate Shortland (Lore). Um thriller sobre cativeiro situado em Berlim.

Bitch — dirigido por Marianne Palka (Good Dick). Palka dirige a si mesma contracenando com Josh Ritter de novo como em seu filme anterior, interpretando desta vez uma mulher que surta e assume a psiquê de um cão feroz.

Deidra & Laney Rob a Train — dirigido por Sydney Freeland (Drunktown’s Finest). Duas irmãs roubam um trem nesta produção do Netflix.

Family Life — co-dirigido por Alicia Scherson (Il Futuro). Uma comédia chilena sobre um homem que se responsabiliza por cuidar da casa de parentes, codirigida por Cristian Jimenez.

Fun Mom Dinner — dirigido por Alethea Jones (Lemonade Stand). Depois do sucesso de “Bad Moms” (numa tradução livre péssimas mães ou mães más, que no Brasil ganhou o título de “Perfeita é a Mãe”), agora é hora de mães que se divertem!

Landline — dirigido por Gillian Robespierre (Obvious Child). Robespierre se reúne de novo à atriz Jenny Slate para esta história de rito de passagem situada em Manhattan na década de 90.

L.A. Times — dirigido por Michelle Morgan, em seu longa de estreia. Uma comédia de amigos com por volta de trinta anos situada em, sim, Los Angeles.

Lemon — dirigida por Janicza Bravo (TV’s Atlanta), em seu longa de estreia. Comédia sobre uma separação.

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Mudbound — dirigido por Dee Rees (Pariah). Um drama sobre a vida de dois veteranos da 2ª Guerra Mundial na Mississippi do pós-guerra.

My Happy Family — codirigido por Nana Ekvtimishvili (In Bloom). Um drama familiar situado na Geórgia (o país, não o Estado Americano) codirigido por seu colaborador no filme “In Bloom”, Simon Groß.

Novitiate — dirigido por Maggie Betts (The Carrier). O primeiro longa dramático de Betts é sobre uma nova freira em meados de 1960.

The Polka King — codirigido por Maya Forbes (“Sentimentos que Curam”). Forbes faz uma parceria com seu produtor em “Sentimentos que Curam”, Wallace Wolodarsky (diretor de “Curvas Perigosas”), para uma comédia sobre tentar ficar rico através de um lenda polaca.

Pop Aye — directed by Kirsten Tan, her feature debut. This Thai film follows a man and his elephant cross country.

To the Bone — dirigido por Marti Noxon (da série de TV Buffy A Caça Vampiros), em seu longa de estreia. A produtora de longa data de programas de TV decidiu agora dirigir uma história sobre anorexia.

PREMIÈRE SUNDANCE 2017 – DOCUMENTÁRIOS

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500 Years — dirigido por Pamela Yates (Granito). Sobre a história da Guatemala.

Casting JonBenet — dirigido por Kitty Green (Ukraine is Not a Brothel). Uma visão criativa sobre a cidade natal da pequena Miss Infantil de concursos de beleza Jon Benet Ramsey que virou notícia após seu desaparecimento/assassinato.

Motherland — dirigido por Ramona S. Diaz (Don’t Stop Believin’: Everyman’s Journey). Sobre o maternidade hospitalar mais ocupada do mundo, nas Filipinas.

Rancher, Farmer, Fisherman — codirigido por Susan Froemke (Escape Fire: The Fight to Rescue American Healthcare) e Beth Aala. Um olhar sobre as fazendas, ranchos e riachos do interior da América, também codirigido por John Hoffman.

Rumble: The Indians Who Rocked The World — dirigido por Catherine Bainbridge (Reel Injun). Seguindo sua visão sobre a América Indígena e sua representação em filmes, agora este documentário será sobre os nativos americanos no universo da música contemporânea.

Step — dirigido por Amanda Lipitz (produtora de Legalmente Loira: O Musical para os palcos), em seu longa de estreia. Sobre o círculo interno escolar de um time de dança competitiva.

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Take Every Wave: The Life of Laird Hamilton — dirigido por Rory Kennedy (Last Days in Vietnam). Sobre Laird Hamilton, ícone do surfe.

This Is Everything: Gigi Gorgeous — dirigido por Barbara Kopple (Harlan County U.S.A.). Sobre uma mergulhadora trans que também é estrela YouTuber, conforme se prepara para competir nas Olimpíadas.

Tokyo Idols — dirigido por Kyoko Miyake (Brakeless). Sobre bandas femininas japonesas.

Trophy — codirigido por Christina Clusiau (produtora e diretora de fotografia de Aida’s Secret), em seu longa de estreia, com Shaul Schwarz (Narco Cultura). Sobre jogos de caça nos EUA e na África.

Unrest — dirigido por Jennifer Brea, em sua estreia, é um olhar em primeira pessoa sobre sua própria rara doença.

Untitled Buena Vista Social Club Documentary — dirigido por Lucy Walker (Waste Land). Sobre o grupo cubano Buena Vista Social Club, 20 anos depois.

Water & Power: A California Heist — dirigido por Marina Zenovich (Roman Polanski: Wanted and Desired). Sobre a crise de água na California e aqueles que lucram com isto. Será distribuído pelo National Geographic em breve.

Whose Streets? — dirigido por Sabaah Folayan, em sua estreia. Sobre as repercussões a morte de Mike Brown por tiros policiais em Ferguson, Missouri.

Tradução livre do artigo de Christopher Campbell para o site Film School Rejects.

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